maternal

Mãe, aquela que me carregou dentro da barriga por 9 meses e mesmo sem ver meu rostinho, já me achava linda. Que contava pra todo mundo que ia me ter, mas nem sabia que um dia ia ter tanta raiva que por uma fração de segundo ia querer que eu nunca tivesse existido.

Mãe, aquela que até na minha pior hora do dia, fala que eu estou linda e que tem orgulho de mim. Que tem a dádiva de me contrariar, e ainda me fazer sentir culpada por uma coisa que eu não fiz nada errado.

Aquela que me maltrata, me dá chineladas, corre pra me dar umas porradas, cintadas, puxões de orelha, puxão de cabelo, tapa na boca, todas essas expressões de carinho que só a minha mãe pode me dar.

Mãe, a minha mãe. A que me deu a vida, e a oportunidade de existir e que por consequencia me fez encontrar amigos maravilhosos (todos aprovados por ela, lógico) e me fez ter experiencias que nem em outra vida, com outra mãe, seriam tão boas como essa.

Mãe, nem todas as metáforas de amor, metáforas apaixonadas de um filho pra uma mãe poderiam te falar realmente o que eu sinto. Mas como eu gosto de falar, cada segundo que você permanece vivo, faz a diferença na vida de alguém e você faz a diferença na minha. Mesmo que todos os dias sejam seu dia, hoje é o dia de celebra-lo com mais enfase, e por isso te digo mais uma vez que eu te amo, e que você é a pessoa mais importante da minha vida inteira.

Espero que você entenda que mil filhos podem não ser para uma mãe, mas o meu amor, pode ultrapassar o amor de mil filhos juntos. Só não proponho uma aposta porque sabe né? A gente tem que respeitar os mais velhos, não quero te humilhar.

Da sua filha “com um grande senso de humor e extrema criatividade” da qual discordo, sua eterna loirinha.
Eu amo você.

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